Criança esperta

Nas proximidades do Carnaval, uma criança curiosa com a quantidade de propagandas sobre camisinha, pergunta a sua mãe:
- Mãe, para que serve camisinha?
Surpresa com a pergunta, a mãe responde:
- Filha, você não precisa se preocupar com isso agora, quando você estiver mocinha a mamãe lhe explica. Além do mais, camisinha é coisa de homem. São eles que tem que se preocupar com isso…
A filha pensa um pouco e responde:
- Ô mentira mãe… Existe camisinha também para mulher!!!

Diante disso, a mãe se calou…

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Comunicação impossível

A menina foi ao curso de inglês no dia e horário de sempre. Ela não gosta de inglês, nem muito menos entende nada dessa língua.
Quando sua mãe chegou para buscá-la, encontra a filha indignada:
- Mãe, por que tu não me disse que não tinha aula hoje?
Muito paciente a mãe respondeu:
- Mas, filha, como eu ia saber se quem assiste aula é você? Quem era para saber se tinha ou não aula era você! A professora não avisou?
Daí a menina respondeu:
- Do que adianta a professora avisar, se eu não entendo nada do que ela fala??

Eis o problema dos professores de línguas não darem avisos importantes na nossa língua mãe!

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Ficção que se torna realidade…

Adoro a personagem Rakelli da novela Beleza Pura, com a sua inocência meio idiota, ela me faz rir demais!
Eis que dentro da minha casa, tenho uma quase Rakelli. Vamos aos fatos:

1) Meu noivo chegou em minha casa e ela foi abrir a porta. Ele estava com um óculos ray-ban tradicional, aqueles antigos. Ganhou do pai e nesse dia era o primeiro uso. Eis que a Rakelli da minha vida real abre a porta e fala com muita empolgação:
- Fulano, que óculos FLAAASH!!!
Traduzindo: ela queria dizer fashion!

2) A Rakelli da minha vida é quase da família e sempre se mete em assuntos deste tipo. Um dia, conversando sobre minha irmã (que é daquelas pessoas que adoram ter amizades que não levam a nada, com pessoas que gostam de baixaria, que tem pouco educação e que ainda por cima, pisam na bola feeeeio demais com ela), ela disse:
- Não sei porque “fulana” insiste em manter amizade com essas pessoas que vivem deformando ela…
A gargalhada foi instântanea e ela incocentemente me perguntou porque eu ria…
Traduzinho: derformando = defamando

Na adolescência isso me irritaria muito e eu daria outro nome, mas hoje, aprendi a rir dessas situações e de muitas coisas que faço.

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Casamento

Quando foram casar, eles tinham uma situação financeira precária. No dia do casamento, tudo o que tinham para servir aos convidados era uma garrafa de champagne que ganharam de um padrinho. Na hora das fotos, porém, os convidados já tinham bebido toda a champagne e tiveram que bater fotos brindando com a taça vazia.
Após alguns anos, este casal conquistou uma situação financeira privilegiada. Sabe o que fizeram?! TODOS os anos comemoram a data do seu aniversário de casamento. Compram, no mínimo, um bolo (daqueles grandões e lindões de casamento) e brindam com champagne de 1ª qualidade. Nestes momentos sempre estão presente os filhos e agregados.
Todos os anos também comemoram o dia dos namorados com todos os filhos, com direito a um jantar especial, decoração que demonstram o carinho e amor que os une.

Creio que os casamentos durariam mais caso as festas fossem feitas ano a ano, com a pompa proporcional aos anos de casados!! Será?!

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Leveza

Alguns dias depois do aniversário da amiga Renata*, ela combinou comigo e com outra amiga dela de ir ao shopping comer uma pizza para comemorar.
Geralmente quando saímos juntas, o cartão de crédito de Renata nunca tem limite. Então ela sempre inclui no meu cartão ou no de alguma outra amiga que esteja junto. Fique claro que emprestar o limite do cartão para ela nunca é problema, pois Renata sempre paga no dia. O que me impressiona é a confiança, a segurança, que Renata sente nas outras. Coisa que só a intimidade entre mulheres pode justificar.
Lá fomos nós para a pizzaria. A pizza estava maravilhosa! Não parávamos de comentar durante a comilança, que o melhor de tudo era que graças ao aniversário de Renata, ela ía pagar no cartão dela… Na hora de pagar, ela entregou o cartão. Uns 5 minutos depois, lá vem o garçon dizendo que não foi autorizado. Eu e a outra amiga já começamos a desconfiar e a rir: Renata nos enganou! Claro que tudo era na brincadeira… Renata não se constrangeu e sacou outro cartão da bolsa dizendo: “agora vai!”. Cinco minutos depois lá vem o garçon dizendo:
- Moça, acho que nosso sistema está com algum problema, pois este também não passou…
A esta altura, morrendo de rir, já tirei meu cartão de crédito. Mesmo na comemoração do aniversário, com a melhor das intenções, Renata não usou o cartão de crédito próprio porque não tinha limite!
Essa é uma história que ainda nos diverte muito, pois ela realmente se confia nas amigas. Vai para restaurantes e quando chega lá percebe que não tem dinheiro. Vai ao shopping e depois percebe que não tem dinheiro para pagar o estacionamento.

Estas situações sempre são motivos de risos, de gargalhadas, porque ela é desligada. Creio eu, que pessoas assim vivem muito melhor que muitas outras! Às vezes o mundo quase cai na cabeça dela e ela nem liga… É muita leveza, digna de ser copiada! 

*nome fictício por sugestão

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Taxista

Para quem pensa que só falo de fatos e acasos que aconteceram com os outros, eis o que aconteceu comigo ontem…

Engarrafamento. Além do stress próprio do fato, causa uma irritação extrema na minha pessoa quando aqueles motoristas loucos começam a buzinar sem parar. Como se o carro da frente fosse capaz de criar asas e sair voando para que o mais apressadinho saísse do engarrafamento. Que ser é este que não percebe que todos os demais também não gostariam de estar parados e se estão é por não ter possibilidade de sair dali???

Eis que ontem, voltando de uma reunião, peguei um táxi. Era umas 19 hrs. Maior trânsito… Assim que o motorista parou no primeiro semáforo, escuto uma buzina insistente, ininterrupta quase estourando meus tímpanos… Daí eu disparo:

- Quem é este louco que não pára de buzinar?

No mesmo momento vejo que o taxista solta uma risadinha discreta. Confesso que nem me toquei. Como em um passe de mágica, não ouvi mais a buzina chata!!! Adivinhem só???!

Geralmente sou muito ligada nas coisas e penso muito antes de falar (percebam o quanto estas buzinas insistentes e ridículas me tiram do sério), mas apenas depois de uns 5 min que me toquei que quem estava buzinando insistentemente era o próprio taxista! Ainda bem que ele era bem humorado… :)

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Durante uma reunião…

Durante uma reunião de um grupo de profissionais envolvidos com a área de qualidade, o coordenador do grupo começa a tecer alguns elogios a um determinado líder de equipe. A intenção era mostrar que alguns chefes se incomodam com os relatórios de avaliação de qualidade que são elaborados pelos participantes do grupo. Então o coordenador diz:

- Fulano é um dos poucos que se preocupa com os resultados. Dia desses enviei o relatório para ele e logo depois fui ao banheiro. Quando retornei, ele já havia lido todo o relatório e já sabia as justificativas para todos as ocorrências apontadas.

A grande maioria do grupo admirou a eficiência do elogiado. Depois de algum tempo, um carinha considerado meio estranho, por suas manias esquisitas, dispara em alto e bom som:

- Coordenador, mas esta eficiência é relativa, pois depende do tempo que você ficou no banheiro!

Toda a turma riu com o alto nivel humorístico do componente!

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Colega de trabalho

Uma pessoa no seu trabalho que:

- declara em alto e bom som que a pessoa que senta ao seu lado é “candidato a suplente de amante”

- fala alto que você comprou uma camisola de oncinha

- chega por trás e lê seus e-maisl e ainda faz comentários sobre os mesmos

- chama alguém que senta na outra baia pra dizer que o marido/companheiro está doente (este alguém nem ao menos conhece o dito cujo)

- diz conhecer meio mundo, mas metade deste meio mundo não tem boas referências sobre a mesma

- corre para falar com outra pessoa do trabalho todas as vezes que algo lhe ameaça (sem a mínima discrição)

- adora falar para o chefe que não terminou determinado trabalho porque outra pessoa está com o dela pendente e o seu depende desta pessoa (mas todos sabem que ela não terminou porque passeia por todas as baias)

- opina sobre algo que um colega em uma baia distante está vendo (todos da sala escutam e isso se aplica a qualquer site, mesmo os mais impróprios para um ambiente de trabalho)

Enfim, como conviver com um ser assim?! Alguém merece este tipo de coisa?

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“Reaproveitamento”

Uma senhora com situação financeira complicada, mas que ainda vive do glamour do passado e faz questão de manter as amizades mais abastadas, recebeu um buquê de flores em seu aniversário.

Adorou tanto as flores que achou muito agradável enviá-las para uma outra dama da sociedade, de situação financeira muito boa, no dia seguinte. Era o aniversário desta dama! Justificativa: flores estão muito caras e é melhor compartilhá-las do que jogá-las no lixo. Ainda bem que o cartão que acompanhou as flores foi trocado!

Enfim, às vezes podemos fazer cortesia com o chapéu dos outros, mas é bom deixar uma marca pessoal.

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a idéia

Sabe aquele colega de sala que quase te mata de rir? E aquele que te deixava com muita raiva com sua cara de lesado? E aquele chefe que era cheio de manias? Lembra de um simples pedestre que ao passar por você na rua deixou alguma marca? Te fez lembrar alguém? Sabe aquelas histórias que você compartilha com seus antigos colegas de faculdade e você pode ouvi-las mil vezes e sempre irá sorrir ou chorar? Enfim, são fatos simples que marcam nossas vidas e que podem mudá-la de alguma maneira.

Não vou deixar seu queixo caído, quero apenas relatar fatos do dia a dia para que fiquem registrados. Se eu surpreender? Ficarei muito feliz! A minha idéia é escrever de maneira clara sobre acasos, sobre fatos que preenchem o nosso dia, sejam eles alegres ou tristes, mas que de alguma forma marcaram.

Não pretendo identificar nem um dos personagens que irão surgir nas histórias que irei relatar aqui, até porque não quero ser completamente fiel as histórias reais (ou não) que me fizeram escrever determinado post. De repente, a idéia surge depois de um fato real me chamar atenção e no meio dele posso fantasiar ou vice-versa. Aqui será o local onde realidade e fantasia irão se misturar.
Enfim, como nas novelas, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência!

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